domingo, 9 de setembro de 2012

O Brasil que queremos

O Brasil que queremos
O final de agosto nos leva, direto, para a Semana da Pátria. Será sempre importante cultivar nossa identidade de brasileiros, a partir da esplêndida realidade com que fomos agraciados pela natureza e pela história. Pois a Pátria não é só o que a natureza nos regala em sua generosidade. A Pátria é também o fazemos dela.
Aí começa nosso desafio. Que Pátria queremos construir. Esta questão vai tomando mais consistência, na medida em que nos damos conta das diversas dimensões de nossa vida que precisam ser assumidas, definidas e trabalhadas.
Tempos atrás, no processo das “Semanas Sociais Brasileiras”, que agora está sendo retomado com vigor, chegamos a definir um sonho de Brasil que gostaríamos de ver realizado.
Foi então que aos poucos foram sendo alinhados diversos adjetivos para desenhar “O Brasil que a gente quer”, “O Brasil que nós queremos”.
A série começava pela dimensão política. E de fato, a política é imprescindível para a definição da convivência entre cidadãos duma mesma Pátria. Contanto que a política seja exercida democraticamente. Assim se firmava a primeira referência da Pátria que sonhamos. Queremos um Brasil “politicamente democrático”.
Em seguida, pelas inúmeras implicações da economia na vida dos cidadãos, se defendia com firmeza que o Brasil precisava ser “economicamente justo”. Como a economia é tão complexa na sua dinâmica, todos se davam conta que esta dimensão precisa ser assumida com critérios políticos e com competência profissional. Não é espontaneamente que a economia de um país é justa. A economia não está imune a exigências de ordem política e social. Ela não está acima dos valores que compõem o sonho de uma Pátria onde todos se sentem acolhidos e podem participar com sua presença e seu trabalho.
Por isto, a seguinte dimensão se tornava imprescindível para ir desenhando um sonho viável e justo de Brasil. De modo que a ladainha dos valores prosseguia, dizendo que nós queremos um país “socialmente solidário”. Por mais que a economia contribua para que todos tenham os recursos para a sua vida, ela nunca resolve sozinha os problemas. A sociedade precisa se pensar e se organizar de maneira fraterna, tendo presente que o valor de cada pessoa humana não se mede em primeiro lugar por aquilo que produz, compra ou vende, mas cada um vale em primeiro lugar por aquilo que ele é. E isto postula uma sociedade solidária, onde os mais frágeis têm precedência no atendimento de suas necessidades, independente de sua participação na produção dos bens materiais e culturais. O mercado não esgota a economia, nem dispensa a solidariedade.
Assentados estes três pilares, da democracia, da justiça e da solidariedade, foram emergindo outras dimensões, que também precisam integrar nosso sonho de Brasil. Para formarmos uma Pátria de cidadãos livres, participativos, responsáveis, abertos à convivência, é preciso contar com outras referências, cuja importância foi aparecendo com clareza.
Somos um país continental, onde as regiões cumprem um papel decisivo. As regiões acabam proporcionando o contexto para a expressão de valores culturais diversificados, que enriquecem a Pátria e proporcionam novas oportunidades de fecunda convivência entre os cidadãos.
Assim, fomos nos dando conta que “o Brasil que nós queremos” precisa também ser “culturalmente plural, regionalmente diversificado, ecologicamente sustentável, e religiosamente ecumênico”.
São tantos os ingredientes de um projeto de Pátria. Percebemos a grande distância que existe entre a teoria e a prática, entre o sonho e a realidade.
Quem sabe, ao longo desta Semana da Pátria, renovemos o sonho do “Brasil que nós queremos”, para saber por onde começar sua implementação. Depois, conversaremos de novo.
por Dom Demétrio Valentini, bispo de Jales (SP) e ex-presidente da Cáritas Brasileira

5ª Semana Social Brasileira e a Utopia Brasil

Por Pe. Nelito Dornelas*
A 5ª Semana Social Brasileira quer trazer para a pauta de debate das Pastorais Sociais, das Comunidades Eclesiais de Base, dos Movimentos Sociais e Sindicais, para o Movimento Ecumênico e do Dialogo Interreligioso, uma reflexão crítica sobre o Estado brasileiro, na comemoração dos 190 anos de independência do Brasil, nesta Semana da Pátria.
Escrevia, há 32 anos, o intelectual brasileiro Darcy Ribeiro, que nós, brasileiros, surgimos de um empreendimento colonial que não tinha nenhum propósito de fundar um povo. Queria tão somente gerar lucros empresariais exportáveis, com pródigo desgaste de gentes.
Não se pode dizer, talvez, de povo algum que, como nós, tenha sido feito – ainda que tão mal feito – à luz da inspiração de refazer o humano, como utopia. Nascemos desta aspiração suspirada. Nela vivemos e morremos todo dia, os mais de nós, sem jamais sermos o que quiséssemos.
A unidade nacional e cultural, admiráveis, se contrapõe aqui uma dilaceração classista tão funda como a das castas que separa e opõe os pobres aos ricos, como nem o racismo, nem a intolerância dividiram jamais a povo algum. Existindo juntos a elite e os párias, vivem apartados por um modus vivendi que mal deixa se verem uns aos outros. É como se vivessem em universos distintos .
O Estado brasileiro é a materialização desse projeto colonizador. E, diferentemente, das outras nações latino-americanas, nossa independência não se deu como resultado de um processo popular de enfrentamento ao colonizador. Todas as manifestações populares contra a colonização e contra a escravidão foram violentamente reprimidas.
É certo que o Brasil ganhou importância política na região, quando a Família Real veio para cá, expulsa pelas tropas de Napoleão, mas isso não nos trouxe a independência.
Conta-se que Dom João VI teria dito para Dom Pedro I: Pedro, apanha essa coroa e põe-na sobre tua cabeça, antes que algum aventureiro lance mão dela.
Aventureiro aqui são todos os movimentos libertários que lutavam e ainda lutam pela nossa independência.
Para tanto, é oportuno celebrar no dia da Pátria a memória de resistência desses “aventureiros”, que se fazem presentes ao longo de nossa história.
“Aventureiros” são os quilombos de Palmares com Zumbi, em Alagoas, e do Ambrósio, em Minas Gerais; a Cabanagem, no Pará, quando o povo tomou o palácio do governador e implantou um governo popular; o Caldeirão de Zé Lourenço, em Juazeiro, no Ceará; Pau de Colher e Canudos de Antônio Conselheiro na Bahia; a Batalha do Jenipapo, no Piauí; Contestado, em Santa Catarina; a Inconfidência Mineira com Tiradentes e os Conjurados; as Missões dos Sete Povos no Rio Grande do Sul; a Confederação dos Tamoios no Rio de Janeiro; a Confederação do Equador, liderada por Frei Caneca, em Pernambuco; a Coluna Prestes, de Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança, que percorreu a pé, com seus soldados, 20 mil km no território brasileiro; a resistência do povo Botocudo, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais; a Revolução Constitucionalista, em São Paulo; as Diretas Já; a luta de resistência à ditadura; os movimentos dos trabalhadores rurais sem terra e todo o movimento camponês e em defesa da Reforma Agrária e das sementes crioulas; o Movimento dos atingidos por barragens; a construção do Sindicalismo classista e combativo; as Associações comunitárias e as Cooperativas de produção e venda; o Fórum da economia popular, solidária e sustentável; a Articulação do Semi Árido e a construção de 500 mil cisternas de captação de água de chuva; os povos das florestas; os pescadores artesanais; os povoas do Xingu e sua luta contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte; os Movimentos Ecológicos e em defesa da vida do planeta e no planeta; o Movimento dos afetados pelas mudanças climáticas; os Movimentos de mulheres; a lideranças que se candidatam a cargos eletivos e repensam os partidos políticos e seus mandatos, colocando-os a serviço dos pobres; O movimento dos sem teto; a luta pela Ética na política e no Movimento de combate à corrupção e a defesa da Ficha limpa; a Comissão da Verdade; o Tribunal do Judiciário; o Movimento Fé e Política; a Assembleia Popular; as Pastorais Sociais; os Movimentos Sociais; os 600 mil indígenas que ainda preservam suas culturas, suas 170 línguas diferentes e lutam pela demarcação de seus territórios; a realização dos Intereclesiais de CEBs; o Congresso Camponês que reuniu mais de sete mil trabalhadores e trabalhadoras rurais em Brasília, em agosto de 2012; a realização da 5ª Semana Social Brasileira.
“Aventureiros” somos todos nós que carregamos a Utopia Brasil e ousamos gritar: queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população!
*Articulador da 5ª Semana Social Brasileira
Assessor das Pastorais Sociais-CNBB
[1] De Darcy Ribeiro, julho de 1980, por ocasião da visita do Papa ao Brasil, in: O caminhar da Igreja com os oprimidos, de Leonardo Boff, Ed.Vozes, Petrópolis RJ

Grito dos Excluídos/as


Nesta sexta-feira (7), acontece a 18ª edição do Grito dos Excluídos e das Exluídas, sob o lema “Queremos um Estado a serviço da nação, que garanta direitos a toda população”. 
Organizações e movimentos sociais realizarão uma série de atividades em todo o país. “O Estado tem o dever de dar à população brasileira o acesso ao sistema de saúde, à educação, terra, trabalho, transporte, moradia e lazer. No entanto, isso acontece de forma precária e, em alguns casos, não ocorre”, denunciam o movimentos sociais.
Grito dos Excluídos e das Excluídas é uma manifestação popular dos trabalhadores e das trabalhadoras do campo e da cidade que acontece tradicionalmente na semana da Pátria. A concentração principal ocorrerá em Aparecida, interior de São Paulo, às 9h20, em frente à Basílica. No entanto, em todo o país devem ser realizadas mobilizações. 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Símbolos da Jornada Mundial da Juventude passam por Ji-Paraná, Rondônia

BFJiParanaA Diocese de Ji-Paraná, em Rondônia, recebe nesta semana a Cruz dos Jovens e o Ícone de Nossa Senhora. na sede diocesana, o evento reuniu milhares de jovens, identificados pela fé, que carregaram nos próprios braços a Cruz e o Ícone . Os Símbolos da JMJ, que estiveram no último sábado na cidade de São Miguel, chegaram a Ji-Paraná por volta das 10 horas da Manhã, na Matriz da Paróquia São José.
Após às palavras do bispo diocesano, Dom Bruno Pedron, a Cruz e o Ícone saíram em procissão pelas ruas da cidade, em direção ao Parque de Exposições, fazendo paradas para contemplar os 8 mistérios da Cruz, com reflexões sobre os problemas que o jovem enfrenta nos dias de hoje.
Já no Parque de Exposições, os fiéis puderam almoçar e presenciar apresentações culturais realizadas pelos grupos da Pastoral da Juventude. Às 16 horas, deu-se início a Santa Missa presidida pelo Bispo Dom Bruno, que refletia sobre as palavras do Beato João Paulo II quando entregou a Cruz Peregrina aos Jovens em 1984: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”.
O Show do Padre Juarez de Castro encerrou a programação no Parque de Exposições, fazendo com que a juventude que estavam ali presentes cantassem e pulassem, depois de uma extensa programação debaixo de um sol escaldante.
Após o show, os símbolos retornaram para a Matriz da Paróquia São José, onde os jovens ficaram de vigília até às 5 horas da manhã, quando  a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora partiiram para a Cidade de Jaru.
Por Jalison Teixeira
ro Nacional de Assessores a partir de hoje

astoral da Juventude realiza Encontro Nacional de Assessores

enapj_2012“Acompanhamento juvenil em tempos de mudança”. Este é o tema do Encontro Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude, que acontece de 16 a 19 de agosto, no Centro de Acolhida Missionária Religiosas da Assunção, no Rio de Janeiro. O objetivo do encontro é potencializar o acompanhamento à Pastoral da Juventude no Brasil em vista da construção da autonomia e da evangelização juvenil, tendo como horizontes a Jornada Mundial da Juventude no Brasil e a Campanha da Fraternidade 2013.

O evento vai reunir mais de 100 assessores (as) de todo o Brasil que desempenham a função nos âmbitos regional e diocesano. Será um momento de partilhar e de celebrar as alegrias e os desafios no acompanhamento aos jovens inseridos na PJ, refletir sobre o ministério da assessoria em tempo de mudança de época e possibilitar formação de novos assessores, tendo em vista, a renovação periódica daqueles (as) que acompanham o processo de evangelização da juventude.

Especialistas em juventude, teologia, sociologia e pastoral irão conduzir os trabalhos. A proposta metodológica será desenvolvida tendo por inspiração o tema e o lema da atividade, assim como o lugar bíblico de Nazaré. Os trabalhos acontecerão por meio de mesas temáticas, partilhas das experiências e momentos sobre a realidade do acompanhamento juvenil. Também está contemplada a capacitação para a multiplicação do conteúdo abordado nas realidades de cada participante, favorecendo a disseminação da proposta da atividade. Espaços celebrativos e de convivência serão garantidos.

Dentre os assuntos a serem abordados na atividade estão previstas as seguintes temáticas: Aprofundamento das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil; Análise sobre a realidade juvenil, Igreja e ação evangelizadora; Juventudes: o exercício da escuta no processo de aproximação, Jornada Mundial da Juventude – Pastoral da Juventude rumo a JMJ; Campanha da Fraternidade 2013; Olhares sobre Juventudes e evangelização; Seguimento de Jesus na perspectiva de Nazaré: Crescimento, conflito e esperança na busca da autonomia; e diálogo sobre os projetos nacionais da PJ.

O Encontro quer ser um momento de profissão de fé, de quem “crê na força do jovem que segue o caminho do Cristo Jesus”. A ideia é reunir Neotéfilos (as) vindos (as) de todos os regionais do país para, assim, intensificar o trabalho de acompanhamento que já acontece e também discernir os contornos que o mesmo deve tomar daqui pra frente.

Para mais informações acompanhe a cobertura da atividade por meio do site da PJ: www.pj.org.br.

Do site da PJ Nacional

Agrotóxico Mata

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e esses venenos estão nos alimentos, na terra, na água e no ar. Este é um grave problema de saúde pública, com milhares de casos de câncer e de inúmeras outras doenças graves e mortes todos os anos. A agroecologia e a agricultura camponesa são as soluções para alimentar a humanidade e podem produzir alimentos de qualidade e em quantidade suficiente. Os agrotóxicos são um dos pilares de sustentação do agronegócio, modelo que expulsa a população do campo, produz para exportação e gera lucros para as empresas transnacionais, perpetuando fome e pobreza.
Diante dessa situação, foi lançada, no início de 2011, aCampanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, que conta com o seu Comitê Estadual de Minas Gerais, composto por movimentos, entidades e organizações. Veja AQUI mais informações sobre a Campanha.
Fonte: Cáritas Regional Minas Gerais

Agrotóxicos em monocultura de eucalipto

Agrotóxicos em monocultura de eucalipto intoxicam mais de 30 geraizeiros no Norte de Minas
Diversos casos de intoxicação foram relatados por famílias moradoras do Assentamento Vale do Guará, no município Vargem Grande do Rio Pardo. Cerca de 30 pessoas, entre elas, crianças, jovens e adultos, sentiram diversos sintomas depois que um avião pulverizador de agrotóxicos passou por uma enorme plantação de eucalipto. Segundo as vítimas, um inseto parecido com um piolho chegou a infestar as casas dos moradores, provavelmente, vindo da área de monocultura de eucalipto. A aplicação do defensivo por parte dos donos da plantação acabou poluindo o ambiente, causando grande mal estar entre as diversas pessoas.
O posto de saúde mais próximo ficou pequeno para tantas pessoas, todas com os mesmos sintomas. Náuseas, febre, vômitos, coceiras na pele foram os sintomas mais comuns. Pessoas que já tinham a saúde frágil ainda tiveram maiores complicações com a baixa imunidade, acabaram tendo ataque de outras doenças como gripes, resfriados e até alergia.
O pior é que as famílias não têm pra quem denunciar. Segundo elas, até pensaram em reclamar para o Conselho Municipal de Meio Ambiente, o Codema, porém proprietários das monoculturas de eucalipto possuem assento no conselho. Para as famílias a situação é de injustiça e impunidade.
Povo tradicional em luta
A região faz parte do território tradicional dos geraizeiros. Os assentados do Vale do Guará afirmam que esse não é o único mal que a monocultura de eucalipto tem trazido. Segundo eles, muitas nascentes da região secaram ou estão comprometidas desde que o eucalipto chegou à região. Eles acreditam na importância da preservação do meio ambiente e na possibilidade de gerar renda a partir do manejo sustentável da região, valorizando as potencialidades como o extrativismo de frutos do cerrado e outras.
Os assentados estão na luta junto com outras comunidades do entorno que tem o mesmo propósito: a criação da Reserva Extrativista – Resex Areião. Um dos objetivos da criação da reserva é garantir a proteção da área, que além de ser referência de suas culturas, abriga uma grande biodiversidade e diversas nascentes.
As comunidades do entorno estão sendo apoiadas pela Promotoria do São Francisco com a implantação de Unidades Socioambientais de Referencia – USARs, onde são construídas propostas de uso, ocupação e produção agroextrativista dentro dos princípios da agroecologia. Também estão sendo implementadas tecnologias de armazenamento de água da chuva pelo Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC), da Articulação no Semi-Árido (ASA).
Apesar de ser uma região de nascentes, depois da chegada do eucalipto muitas secaram, diminuindo bastante a disponibilidade de água na região. Por meio das capacitações do programa da ASA, as famílias tiveram mais conhecimento sobre seus direitos. No entanto, eles ainda encontram dificuldades para denunciar, uma vez que os órgãos do município e região são comandados por pessoas com interesses pessoais e econômicos.
As comunidades reivindicam que os órgãos públicos responsáveis pela fiscalização do uso de agrotóxicos, entre eles, Ministério da Agricultura, Ministério da Saúde, Anvisa, Ibama, SEMAD, Secretaria de Agricultura, Secretaria da Saúde e Ministério Público, façam de imediato uma fiscalização conjunta, no sentido de coibir as pulverizações e promover ações de proteção da saúde das comunidades geraizeiras, que vem sendo impactadas pela monocultura do eucalipto. As comunidades também reivindicam que o ICMBio decrete de imediato a criação da RDS / RESEX Areião Vale do Guará.
Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida